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Conheça 100 apelidos para vagina e pênis

Existem até estudiosos que dedicam a vida a discutir o peso dessas nomenclaturas na auto-estima sexual de homens …Tem gente que não consegue nem ao menos falar o nome vagina. Pênis, então, trava a boca e a voz não sai. Tudo isso é fruto da criação que temos. A ideia de que alguns assuntos não devem ser discutidos e algumas palavras não devem ser faladas é bastante comum na nossa sociedade.

Mas não é por não conseguir falar essas palavras sem dar uma risadinha digna de quinta série, que não se fala sobre eles. As pessoas criam apelidinhos para os genitais. Nem estou falando agora de apelidos íntimos que o casal usa, mas de nomes populares para designar a região.

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Esses apelidos dão uma dica de como a gente e ensinado a encarar o sexo e todo o preconceito que permeia o assunto. Enquanto a vagina é chamada de carne mijada, ninho de rola ou suvaco de coxa, o pênis é tratado como terceira perna, espada e picolé de carne. E esses são nomes populares!

Existem até estudiosos que dedicam a vida a discutir o peso dessas nomenclaturas na autoestima sexual de homens e mulheres, já que o que falamos influencia muito na maneira como nos portamos. Os nomes dados a vagina têm um quê de nojo – não estou falando de pitchulinha ou nomes que não significam nada -, enquanto os nomes dados ao pênis poderiam ganhar guerras e conquistar territórios inteiros.

Deixando de lado todos os pesos que os nomes carregam e como eles podem acabar com sua vida sexual ou torná-la incrível, um grupo resolveu criar vídeos com todos esses nomes. Não podia ser uma ideia mais simples: uma boca falando cada um deles, até chegar a 100 exemplos. Além de deixar você uma pessoa mais culta – e que vai fazer sucesso em conversas informais -, vai deixar seu dia mais divertido.

100 palavras para vagina

100 palavras para pênis

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Sobre Carol Patrocínio

Jornalista, passou por revistas impressas e pelos maiores portais do país. O interesse por escrever sobre sexo, comportamento e relações surgiu ao notar que essas informações poderiam melhorar a autoestima das mulheres e a percepção de si mesmas. Acredita que, muito mais do que prazer, sexo é autoconhecimento. Carol escreve no Preliminares desde dezembro de 2011.

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