Preliminares
  • As pessoas não são todas iguaisAs pessoas não são todas iguais

    Pesquisas, textos e estudos costumam colocar todas as pessoas de certo grupo em um mesmo balaio. Mulheres de 20 a 45 anos fazem isso. Homens de 18 a 50 anos pensam aquilo. E isso existe por um motivo, é claro, mas é importante entender que não vale a pena levar isso para a vida real individualmente.

    Meu marido não é como os outros caras de 18 a 50 anos, apesar de ser um cara e ter idade no intervalo proposto. Ele não é como todos os outros porque eu conheço seus detalhes, sei suas motivações e nós dois criamos nossas regras e escolhemos, juntos, como seria o jogo.

    Dizem por aí que mulheres são complicadas. Mas para o meu marido sou simples. Ele me conhece. Ele sabe quais são as minhas motivações, ele tem nas mãos as regras do jogo que definimos juntos e sabe que não há nada nas entrelinhas porque escolhemos ser assim.

    Pessoas desconhecidas são complicadas. São enigmas. Não adianta tentar encaixa-la em grupos antes de saber quem elas são de verdade. E isso leva tempo. Pode ser que você

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    Antes de tudo é bom deixar claro que relacionamentos não são competições para ver quem faz mais pontos. Não é futebol, galera. Relacionamentos tem a ver com felicidade, com cumplicidade, com crescer juntos e ter planos em comum.

    Sentir que você pode contar com a outra pessoa naqueles momentos em que você acha que chegou no fundo do poço é muito mais charmoso e excitante do que alguém te contando que, nesse mês, vocês já transaram 15 vezes.

    Música é melhor do que sexo

    Quando você contabiliza quanto sexo faz ou deixa de fazer você está arrumando mais um motivo para que um cobre o outro. Vocês não precisam disso. O que vocês precisam é encontrar uma nova maneira de medir a felicidade. Criem um índice do casal. O que importa para vocês em um relacionamento além do sexo? Qual o top 3? E então sigam medindo esses conceitos. Ser feliz vai além de transar.

    Outro ponto que pode ser muito mais excitante – e talvez até melhore sua vida sexual – é elogiar o outro e reconhecer seus esforços. Se você

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    A maneira que nos relacionamos com os outros tem milhares de interferências externas. Somos ensinadas a agir de certa maneira apenas por termos nascido com vagina ou pênis. Se você nasce com vagina, como eu, Fabíola Reipert e Sophia Abrahão a sociedade vai te ensinar coisas bem horríveis como, por exemplo, sempre apontar pontos negativos no outro. Veja bem, pontos que você considera negativos.

    Nos últimos dias, Fabíola Reipert – que escreve uma coluna de fofocas sobre famosos – disse que Sophia Abrahão – atriz que está investindo em uma carreira de cantora – estava mudando o foco do trabalho porque sua carreira nas artes cênicas havia empacado. Isso acontece. De repente a emissora te coloca na geladeira e você começa a buscar outras alternativas. Ou você descobre uma nova paixão. Ou fica de saco cheio de tudo e quer começar de novo. É da conta de alguém? Não. Fabíola ganha a vida humilhando outras pessoas e falando sobre suas vidas, não apenas públicas, mas privadas. Ela não é

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  • Você representaria seu amor com um cadeado?Você representaria seu amor com um cadeado?

    Todos precisamos aprender mais sobre o amor. E com isso, sobre responsabilidade afetiva. Somos responsáveis por aquilo que cativamos, não importa quão cafona essa frase possa soar, mas prender alguém não é ser responsável.

    O amor é, além de um sentimento, uma convenção social. Como você sabe o que é amor? Como descobre que aquilo que está sentindo é o que chamam por esse nome? Com a ajuda de outras pessoas, é claro. E se alguém disse para você, quando criança, que amar era querer uma pessoa só para você, dedicando-se apenas a você, sem que ela olhasse para os lados… Bem, é nisso que você vai acreditar e se basear para falar do que sente e do que espera.

    Demonstrar amor vale a pena!

    As experiências em torno do amor podem nos fazer mudar, mas é doloroso demais e fica bem mais fácil culpar o outro. Aquela pessoa não me amava. Ou será que apenas não amava nos moldes que você tinha para o amor? Será que não eram apenas formas diferentes para uma mesma coisa?

    O amor pode ter diversas faces, mas

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  • Fuja do sexo chato!

    Sabe aquele dia em que você vai trabalhar já pensando na hora de ir embora? Tem sexo que é assim. A gente faz por obrigação, porque precisa bater o cartão, porque deveria comparecer. Deveria? Claro que não. Não existe coisa mais desrespeitosa, com você e com a outra pessoa, do que sexo institucional. Sexo obrigatório é chato.

    O que te dá mais prazer: sexo ou likes no Facebook?

    Não é tão difiícil fugir dessas amarras. Libertar a imaginação. Esquecer o julgamento alheio. Lembrar das fantasias mais escondidas que você já teve. E colocar tudo o que você tem vontade – e não agride ninguém, não é contra a lei e é consensual – em prática.

    Surpreenda-se. Olhe para você com outros olhos. Faça uma busca na internet, em janela anônima, de tudo o que você sempre quis saber. Ou provar. Compre brinquedinhos. Envie uma calcinha por correio. Mande mensagens picantes. Espere a pessoa que você curte, nua, na porta de casa.

    É normal ter tesão durante a menstruação?

    Surpreenda. Descubra as fantasias de quem

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  • Supere a frustração do fim de um relacionamento em 5 passos

    O fim de um relacionamento mexe com a gente. Ficamos meio sem rumo, a cabeça aérea, questionando verdades inabaláveis que foram tiradas do lugar contra nossa vontade. A dor chega a ser física. Mas esse estado de torpor e tristeza, uma hora, precisa terminar. E algumas dicas podem ser realmente valiosas.

    A dor vai estar com você por um bom tempo. Você pode se entregar ou reagir seguindo os passos abaixo. Nenhum deles a fará ir embora, mas todos vão preparar você para dar uma nova chance a si mesma.

    1 – Lembre quem você é
    Não meça seu valor pelo outro, mas por você mesma. Olhe para você, seus planos e veja tudo o que conquistou. Lembre-se que não é porque o relacionamento não deu certo que você deixa de ser uma pessoa cheia de qualidades. Escolhas diferentes não são necessariamente um problema. Vocês escolheram caminhos diversos, mas continuam, os dois, sendo as pessoas que sempre foram.

    O fim de um relacionamento pode doer fisicamente

    2 – Quantos relacionamentos você teve vontade de

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  • Por que você ama quem você ama?

    Eu te amo. Por tudo o que você é e o que me permite ser. Por não me cobrar perfeição e me ajudar a melhorar meus pontos fracos. Eu te amo por se permitir fraquejar ao meu lado e entender que a força que você precisa por vir de mim – assim como a que eu preciso pode estar em você.

    Eu amo nossas conversas. O respeito mútuo. Os sonhos compartilhados. O caminho traçado a quatro mãos. Amo sua maneira de me trazer de volta para o chão e me mostrar trajetos mais simples, que minha cabeça muitas vezes não consegue aceitar.

    Feliz Dia dos Namorados – ou Ode ao pijama flanelado

    Amo a maneira que você me faz sentir seu amor. De um jeito estranho, sem declarações, sem coisas fofas. Amo que você é verdadeiro ao meu lado e está sempre pronto para me fazer rir.

    Amo os nossos bons momentos e aqueles péssimos. É fácil amar na alegria, mas as horas difíceis me fazem ter certeza de que você é a única pessoa com quem eu gostaria de compartilhar minha vida.

    Dia dos Namorados: sua dedicação é o melhor

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  • Contra o preconceito, pessoas com deficiências físicas organizam orgia

    Não é fácil não estar nos padrões de beleza do mundo. Imagina, então, ter uma deficiência física que dificulte sua movimentação, locomoção ou, aos olhos de pessoas que buscam padrões inalcançáveis de beleza, é um problema gravíssimo? Você ainda tem desejo sexual, se apaixona e se interessa por pessoas, tenham elas deficiências ou não. Deveria ser assim com todo mundo, mas não é.

    Depois de uma vida lendo informações absurdas sobre a sexualidade de pessoas com deficiência, os canadenses Andrew Morrison-Gurza e Stella Parikarova resolveram organizar a festa “Deliciously Disabled”, uma orgia em Toronto, no Canadá. Porque a verdade é uma só: pessoas com deficiências físicas transam – tanto ou mais do que você.

    Sexo sobre rodas: a vida sexual com pessoas com deficiência física

    A ideia é que pessoas com deficiências ou não possam se encontrar, conhecer e, quem sabe, fazer sexo. “Para escolher o lugar, os critérios avaliados foram acessibilidade e permissão para nudez e sexo", disse Fatima

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  • “Nossa, mas a Carol só fala mal dos homens”, vão dizer nos comentários. Amigos, não estou falando mal, apenas divulgando um estudo que comprova o que todos nós já sabemos: muitos homens confundem sexo bem feito com paixão. Ou vai dizer que você não conhece ninguém assim? Mulheres também fazem confusão sobre estarem apaixonadas, principalmente quando admiram alguém e idealizam a pessoa.

    Mas o foco são os homens, com quem muitas de nós se relacionam. Esse estudo, de 2012, diz que homens, mesmo quando pagam por sexo, podem estar buscando compromisso. É como se no começo fosse apenas físico, mas aí as coisas vão evoluindo e o cara se torna cliente assíduo daquela mesma mulher: busca por conexão emocional. Podem dizer que não, a ciência diz o contrário.

    Quanto tempo dura a paixão?

    “Muitas das narrativas revelam surpresa a respeito do desenrolar dos fatos: o que era meramente uma transação de pagamento por sexo se torna algo em que sentimentos surgem e o cliente se questiona se os

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  • Estar (ou ser) solteira não é um problema

    O mundo cobra. Sua família cobra. Alguns amigos cobram. E sua avó praticamente implora: quando é que você vai arrumar um namoradinho? Depois de tantas cobranças fica até difícil lembrar que estar solteira não é um problema e namorar não é uma medida de sucesso na vida.

    É como se não importasse sua conta bancária que você deixa recheada todo mês, os investimentos que faz, os estudos, as conquistas profissionais e pessoais que não incluem ter “alguém para chamar de seu”. Tudo o que as pessoas querem saber – ainda mais perto do Dia dos Namorados – é porque você está sozinha.

    É proibido ser solteira

    A verdade é que cada vez mais pessoas ficam sozinhas porque querem. E não tem nada daquele lance de “solteira sim, sozinha nunca”. Nem todo mundo precisa ter sexo casual. Nem todo mundo precisa das mesmas coisas, têm os mesmos desejos ou busca realização da mesma forma.

    O mais óbvio seria que a gente só namorasse ou entrasse em qualquer tipo de relacionamento quando sente algo verdadeiro

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SOBRE CAROL PATROCÍNIO

Jornalista, passou por revistas impressas e pelos maiores portais do país. O interesse por escrever sobre sexo, comportamento e relações surgiu ao notar que essas informações poderiam melhorar a autoestima das mulheres e a percepção de si mesmas. Acredita que, muito mais do que prazer, sexo é autoconhecimento. Carol escreve no Preliminares desde dezembro de 2011.

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