Mãe de Salto Alto
  • Li um texto dia desses que dizia que ser mãe era ter sempre platéia no banheiro, era achar um luxo um banho sozinha, era se sentir de férias numa ida ao supermercado sem as crianças, entre outras coisas. Ri muito, me identifiquei com todas as frases, mas a que me chamou mais a atenção (e que é muito verdade) é a que diz que as mães fariam tudo para ter 40 graus de febre no lugar dos filhos. Nossa, como isso é verdade.

    Vivi isso de perto essa semana. No fim da tarde de domingo tínhamos uma festa que as minhas pequenas esperavam há tempos, estavam ansiosas para ir. Estava tudo planejado até que Maitê acordou com os olhos vermelhos e Nina com febre. As duas preocupadas com a festa e eu mais ainda. Como assim, ficaram doentes num dia tão especial, tão esperado??? Tratei de ligar para a pediatra a medicá-las o mais rápido possível, na esperança de que se recuperassem a tempo de curtir o evento.

    O dia foi passando e a febre da mais velha e a vermelhidão no olho da caçula aumentando. Levei as

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    Pouca gente sabe, mas pratiquei hipismo clássico durante 12 anos. Competi profissionalmente, levava o esporte a sério. Quando estava na pista lembrava de tudo que tinha treinado e tentava colocar em prática mas, antes de me concentrar, procurava meu pai na arquibancada. Nem sempre ele estava lá e, quando não estava, meu desempenho caía. Precisava daquele olhar de apoio, queria comemorar uma vitória com ele ou chorar a derrota nos seus braços. Talvez ele não soubesse o quanto era importante, por isso não dava muita bola e muitas vezes estava ausente. E isso é mais comum do que se imagina.

    Muitos pais de atletas simplesmente não sabem como se comportar: tem medo de sua presença significar pressão, intimidar. Ao contrário. Prova disso foi um depoimento do querido ex-tenista Fernando Meligeni, outro dia. Na Dica do Fino (programa que ele tem no Youtube), Fininho falou sobre o papel dos pais no esporte, exatamente na semana em que o pai dele deixava a UTI.


    Segundo o ídolo, é impossível que

    Saiba mais »de O apoio dos PAIS é fundamental
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    Quando um bebezinho nasce a maioria das empresas concede para a funcionária uma licença-maternidade de 120 dias. Quatro meses em que ela tem que aprender a amamentar, trocar fraldas, ficar sem dormir (ser mãe, enfim) e, no meio disso tudo, fazer a rotina voltar ao "normal", encaixar o trabalho no meio da nova vida e entender que vai ser preciso se separar do bebê algumas horas do dia (como é que faz, hein?). Para os pais, desde 1988 a licença, que até então era de 1 dia, passou a ser de cinco. Um avanço, mas ainda pouco também, na minha opinião, para um pai que pretende ajudar sua esposa na chegada do novo membro da família. Por tudo isso, vibrei quando li que uma proposta de emenda à Constituição pretende estender de 120 para 180 dias licença-maternidade e de 5 para 30 dias a licença-paternidade.

    Já pensou que beleza uma mãe poder ficar dois meses a mais com seu bebê antes de voltar a labuta? Até porque, cá entre nós, não faz o menor sentido o Ministério da Saúde incentivar o

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    Já falei aqui, mais de uma vez, sobre a minha neura com relação ao uso de repelentes. Primeiro era porque eu e minha pequenas somos alérgicas, mas agora é principalmente por causa do medo da dengue. Até o início de março foram registrados 224 mil e 100 casos da doença no Brasil (um aumento de 162% com relação ao mesmo período do ano passado).  877 cidades estão em estado de alerta. No estado de São Paulo é registrada uma morte por dengue a cada 28 horas. Sendo assim, impossível não ficar obcecada pelo produto, mas será que ele é mesmo seguro pras crianças? Quem vem a público dar essa resposta é a Sociedade Brasileira de Dermatologia, já que especialistas também estão preocupados com o uso indiscriminado dos repelentes.

    De acordo com os médicos, a compra do repelente para crianças deveria ser orientada por um dermatologista, já que as fórmulas não são adequadas a todas as idades. A SBD recomenda ainda que os pais não usem produtos químicos na pele ou repelentes elétricos no quarto de

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    Se montar o cardápio de uma casa já é difícil, montar a lancheira dos pequenos diariamente é praticamente um desafio. A gente quer fazer tudo da maneira mais saudável possível mas, na correria do dia-a-dia, isso parece impossível. Agradar ao paladar dos pequenos também é bastante complicado, isso sem dizer na criatividade que temos que ter para montar lancheiras diferentes todos os dias. Se você passa por isso, calma! Você não está sozinha! Muito pelo contrário! Milhares de mães e pais do mundo todo se estressam na hora de fazer o lanche dos filhos, inclusive eu! Pensando nisso, resolvi fazer esse post com uma especialista: uma nutricionista materno infantil, pós-graduada em nutrição pediátrica, Dra Fernanda Monteiro, que garante que essa nossa missão diária é muito mais fácil do que parece.

    "Devemos incluir um tipo de alimento de cada grupo nas lancheiras: carboidratos, proteínas e vitaminas/minerais. Além disso é importante evitar lanches repetidos em dias consecutivos já que, além

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  • Trocar fralda é papel dos dois!Trocar fralda é papel dos dois!


    Pouco depois do ator de Hollywood Ashton Kutcher, pai de Wyatt, de cinco meses, criar uma petição pedindo para que duas grandes lojas de departamentos americanas (a Target e a Costco) providenciassem  trocadores acessíveis e universais nos banheiros masculinos - alegando que estamos em 2015, que as famílias hoje em dia têm formatos diferentes e que é injusto pensar que é apenas uma tarefa de mulheres trocar as fraldas - aproveito esse espaço para dizer que temos que nos engajar e cobrar aqui no Brasil também. No nosso país não há leis federais que obriguem banheiros públicos nem a terem trocadores, quanto mais os banheiros masculinos!

    Agora imagine a situação de um pai gay, viúvo, separado ou que esteja simplesmente sozinho passeando com seu bebê num shopping, parque, restaurante. A criança está com a fralda cheia...e ele precisa trocar. O que fazer? Pedir para uma estranha fazer isso por ele no banheiro feminino? Trocar a criança no colo ou no chão no banheiro masculino? Colocar o

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    Eu e meu marido trabalhamos em TV, por isso é muito normal nossas filhas escutarem coisas do tipo..."vocês também vão trabalhar na TV quando crescerem?". Quando isso acontece eu dou risada, desconverso. Elas são pequenas, por isso também não dão muita bola pro assunto. Mas o fato é que muita gente quer que os filhos sigam sua profissão, fazem de tudo pra isso acontecer, mesmo quando é evidente que a criança não gosta da área. Pior: tem gente que quer que o filho seja o que ele não foi! Não sei o que é pior!

    Dia desses fui assistir a um desfile infantil. Nos bastidores uma menininha de cinco anos chorava porque não queria entrar na passarela. Enquanto isso a mãe estava sentada em meio ao público e parecia bem feliz porque, segundo ela, a filha tinha "tudo pra ser uma modelo". Muito bem, o resultado disso é que a menina bateu o pé e não desfilou. E a mãe voltou pra casa frustrada. De quem é a culpa?

    Nós, pais, queremos muitas coisas pros nossos filhos e isso é super normal e saudável.

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  • A Páscoa e as criançasA Páscoa e as crianças


    Poucas datas são tão esperadas pela molecada quanto a Páscoa. Minhas filhas mesmo perguntam se o coelhinho já está chegando há uns dois meses! Como é gostoso ser criança! Ficar na expectativa de ganhar os ovos de chocolate, de se lambuzar de tanto comer! E isso tudo sem se preocupar se engorda, se vai fazer mal, se os preços dos ovos estão "pela hora da morte"!

    Pois é, mas essa parte chata fica pra nós, adultos! Mas, mesmo chata, é importantíssima! Segundo o pediatra e nutrólogo do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto PENSI (Pesquisa e Ensino em Saúde Infantil) do Hospital Infantil Sabará, não é saudável deixar a criança comer muito chocolate de uma vez. O exagero pode provocar vômitos, dores de barriga e diarréia nos pequenos. “A dica é deixar a criança tirar o papel, achar o brinquedo ou os bombons que estão como recheio e, depois disso, pegar uma vasilha e, com a ajuda do pequeno, quebrar o ovo em vários pedacinhos e combinar que ele vai comer um pouco por dia. Desta forma

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  • A melhor maneira de aceitar seu cabelo desde pequena é ver os adultos a sua volta fazendo o mesmo.A melhor maneira de aceitar seu cabelo desde pequena é ver os adultos a sua volta fazendo o mesmo.


    Recebi esses dias no Facebook um vídeo que me fez chorar. É uma campanha de uma marca de produtos de higiene que acaba de ser lançada nos Estados Unidos para incentivar as meninas a gostarem dos seus cabelos cacheados. O filme começa dizendo que só 4 em cada 10 meninas gosta e aceita seus cabelos cacheados. Algumas das que não gostam dão depoimentos de cortar o coração.

    O vídeo Dove Hair: Love Your Curls está fazendo tanto sucesso e tocou num ponto tão importante que, em 2 dias, foi visto por 3 milhões de pessoas. A mensagem principal que a marca transmite é que a melhor maneira de aceitar seu cabelo desde pequena é ver os adultos a sua volta fazendo o mesmo. Se sua mãe perde horas no salão pra alisar o cabelo, dificilmente você vai gostar do seu crespo.

    Mas o que me chamou mesmo a atenção foram os depoimentos das meninas, pequenininhas, e já tão insatisfeitas com as próprias imagens. Meninas lindas de cinco, seis anos, nove, onze anos, que já colocaram na cabeça que não são bonitas,

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  • criança resfriadocriança resfriado


    O verão foi embora e a nova estação, aos poucos, vai mostrando sua cara. Aqui em São Paulo, pelo menos, os dias ainda estão quentes, mas a temperatura cai no fim da tarde. De manhã já faz um friozinho também. É hora de começar a lavar edredons, cobertores e malhas. De colocar um cavaquinho na mochila da escola das crianças. De se preparar para a "temporada da bronquiolite".

    Nessa época do ano nossos pequenos costumam sofrer com febre, tosse e dificuldade para respirar que, na maioria das vezes é diagnosticada como bronquiolite, que nada mais é do que uma infecção infantil comum, em que ocorre o inchaço e acúmulo de muco nos bronquíolos, que são passagens menores de ar presentes nos pulmões.

    O principal fator de risco para a bronquiolite é a idade. A doença só atinge crianças até os dois anos de idade, mas quanto mais jovem a pessoa for, mais riscos ela tem de contrair a doença. Isso porque o aparelho respiratório de crianças muito pequenas ainda não está totalmente desenvolvido, bem como

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(468 artigos)

Patricia Maldonado

Patrícia Maldonado, 39 anos, é mãe de Nina e Maitê, além de esposa, filha, dona de casa e apresentadora de TV (atualmente ela está na Band). Ufa! Apesar de parecer que a vida dela é um caos, dá tudo certo no fim! No blog Mãe de Salto Alto, Patrícia escreve sobre os desafios da maternidade, repercute notícias sobre o tema e fala de suas experiências como mãe. O objetivo é trocar ideias! Um bate-papo virtual.

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