Mãe de Salto Alto
  • Pedro Scooby posta imagem da esposa e do herdeiro Dom (Reprodução/Instagram)

    Poucas coisas são tão fofas quanto as reações de uma criança enquanto acompanha a mãe gerar um irmão. Lembro da Nina acariciando a minha barriga durante toda a gravidez da Maitê, sem entender direito como a irmã tinha ido parar lá, é verdade! Lembro dela falando orgulhosa o nome da irmã pra quem perguntava se era menino ou menina que eu estava esperando. Ela era pequenininha (as duas tem 1 ano e cinco meses de diferença), mas já entendia o que estava acontecendo do jeitinho dela. E eu me emocionava de ver essa relação nascer e ser construída antes mesmo do parto. Acabei de ver no Instagram da Luana Piovani (@luanapiovaioficial) que ela vai ser mamãe de novo, desse vez de gêmeos. E quem contou a novidade nas redes sociais, pros fãs da atriz, foi o pequeno Dom, o filho mais velho dela, de 3 aninhos, que parece estar amando a novidade!

    No vídeo ele passa a mão na barriga da atriz e ela pergunta: “quem que tá aí?” Ele responde: ïrmãozinho”. Ela insiste: “quantos?” Ele diz: “dois!” E o mais

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  • Mães são ótimas profissionais

    Esqueça o velho preconceito que fazia todo empregador fugir de contratar uma mulher com filhos. Aquele papo de “toda vez que a criança tiver uma febre ela vai faltar” é coisa do passado! Ainda bem! Estudo recente de uma consultoria especializada em flexibilizar ambientes de trabalho, feito com 65 mil executivos de todo o mundo, concluiu que contratar mulher que têm filhos pode aumentar a produtividade, a criatividade e o relacionamento da empresa com os clientes. Estudos científicos vão além: mostram que quando nos tornamos mães, graças aos hormônios, principalmente, há um aumento nas áreas do cérebro responsáveis pelo raciocínio, planejamento e julgamento.

    Um bom exemplo disso é o case de sucesso da diretora executiva de uma empresa global de investimentos que tem nove filhos! Helena Morrissey tem 48 anos e atingiu um nível, infelizmente,  ainda raro: apenas cinco mulheres são chefes nas 100 maiores empresas do mundo. Pra quem pensa que é incompatível ter tanto sucesso e tantos

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  • Novak Djokovic

    Sou outra pessoa desde que minhas filhas nasceram. Melhor não. Infinitamente melhor. Não que eu tenha mudado meus valores, sempre fui uma pessoa generosa, preocupada com o próximo, honesta, correta. Mas mudei internamente. Fiquei muito mais feliz, mais completa. Meu sorriso é outro. Minhas prioridades…nem se fala! Meu coração transborda de tanto amor. Me pego sorrindo várias vezes ao dia ao lembrar do que elas fizeram na noite anterior.  Tem gente que diz que estou mais bonita hoje, prestes a fazer 40, do que há 10 anos. E é assim que eu me sinto!

    Imagino que a maioria das mulheres sente o mesmo que eu depois de ser mãe. Muitos pais também, embora poucos confessem publicamente. Por isso mesmo me chamou atenção a declaração de um fera do esporte mundial: Novak Djokovic. O tenista que no início do mês venceu seu oitavo título de Grand Slam e o quinto do Aberto da Austrália (e é o líder do ranking mundial) disse que deve essas conquistas a Stefan, seu filho de quatro meses.

    Em todas as

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  • Crianças brincando

    Minha filha mais velha me fez essa pergunta outro dia: “meus amigos podem vir na nossa casa brincar, almoçar, dormir?”. Achei fofo. Precoce, pra dizer a verdade. Ela tem 4 anos! Como assim quer convidar os amigos pra vir aqui tão cedo, me peguei perguntando. Mas o fato é que ela cresceu e quer ter os amigos por perto cada vez mais. E eu acho sensacional. Perguntei quem ela queria chamar, liguei pra mãe do convidado e acertamos tudo. Sim, ela escolheu um amigo para chamar e eu confesso que achei super bacana, porque sempre tive mais amigos homens (é assim até hoje!).

    Pois bem, no dia seguinte peguei os dois na escola e levei pra casa. Almoçaram sem dar nenhum trabalho, brincaram como nunca. Eu via nos olhos da minha pequena a felicidade por mostrar pro amigo (que, detalhe, nem da classe dela é mais) o quarto dela, os nossos bichos de estimação, seus brinquedos. Ao mesmo tempo eu via uma criança que eu conheço tanto de uma maneira diferente, como eu nunca tinha visto. Que maluquice, né?

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  • Crianças podem ter sentimentos que não conseguem expressarÀs vezes as crianças não sabem como verbalizar certos sentimentos. (Foto: GettyImages)

    A briga continua. Todas as noites minha Nina, de quatro anos e meio, aparece na minha cama no meio da madrugada. Às vezes com medo de algum sonho que teve, às vezes entra e, sem que eu perceba, deita do meu lado sem cerimônia (e me acorda minutos depois com um belo chute!), às vezes diz que quer dormir comigo e pronto, que não vai sair dali por nada. Já fiz de tudo. Já aceitei essa companheira de travesseiro numa boa, mas no outro dia eu e o pai acordávamos mortos, porque ela se mexe muito. Já tentei levá-la pro quarto (5, 6 vezes durante a madrugada), explicando que cada um dorme na sua cama. Já briguei. Nada deu certo. O fato é que há um bom tempo não durmo mais uma noite inteira. Estou exausta. Irritada. Cansei.

    Conversei com minhas amigas, procurei na internet, troquei ideia com minha mãe, sogra, pediatra. Nada. Quer saber? O jeito é ir atrás de uma psicóloga. E eu fui. Voltei de lá entendendo que o comportamento da Nina pode ser reflexo de sentimentos que ela tem e não consegue

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  • Educar é uma tarefa diáriaEducar é ensinar a criança a viver em sociedade. (Foto: GettyImages)

    Acabei de ler um texto do médico psiquiatra, psicodramatista, colunista, escritor de livros sobre educação familiar e escolar e palestrante brasileiro Içami Tiba que explica, entre outras coisas, que educar é diferente de criar. Não entendeu? Eu explico. No texto ele diz: “Muitos pais estão preocupados com o fato dos filhos serem hiperativos, possuírem deficit de atenção, necessitando de um cuidado médico-psicológico especial. O que tenho observado é que a maioria dessas crianças é, na verdade, mal educada, apesar de bem criada. Criar uma criança é fácil, basta satisfazer-lhe as vontades. Educar é mais trabalhoso. Trata-se de prepará-la para viver saudavelmente em sociedade, o que significa que não basta ser inteligente, a criança precisa ter ética”.

    Pra mim esse texto diz muito. Já disse aqui várias vezes que a tentação de abrir mão do que é importante pra ser uma mãe legal é grande. Pensa que eu também não tenho vontade de deixar minhas filhas comerem quantos chocolates quiserem,

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  • Dê preferência a fantasias leves e hidrate bem as crianças (Foto: Getty Images)

    Na minha casa todo mundo ama Carnaval! Eu comando a festa pela Band há sete anos (Band Folia) e meu marido fez o mesmo trabalho por 3 anos na mesma emissora. Nada mais natural do que as nossas filhas se interessarem e curtirem a festa, afinal estão “envolvidas no tema” desde que nasceram. Ainda não tive oportunidade de levá-las para curtir a folia na Bahia (ano que vem, quem sabe?), por enquanto elas aproveitam no interior, Carnaval de clube mesmo. E amam! O ritual de colocar fantasia, jogar confete uma na outra e dançar até cansar é uma festa! A pena é que nunca estou junto pra ver (já que estou trabalhando, a quilômetros de distância), mas acompanho pelas fotos que meu marido e os avós me mandam! É demais!

    Sei de muitos pais e mães que curtem como nós ver os pequenos se esbaldando nos quatro dias de folia e acho super saudável, desde que alguns cuidados sejam tomados. Se você vai sair com seu pequeno durante os dias de Momo, atenção para alguns detalhezinhos que podem garantir a

    Saiba mais »de Os pequenos também curtem a folia
  • Bebês são lindos e cativantes, mas é importante respeitar o seu desenvolvimento (Foto: Getty Images)

    Na reunião antes da volta as aulas a professora da minha caçula compartilhou com os pais um texto de uma mãe que se confessa um pouco assustada com o crescimento da filha, que estava fazendo 3 anos. Pra quem não tem filho essa idade não é nada demais. Pra quem tem essa idade é muito significativa, representa, digamos assim, o fim de uma era e o início de outra (fim da era “bebê”e início da “adolescência da infância”); significa um momento de contestação, uma época de auto-afirmação. Fraldas e chupetas já são coisa do passado (aleluia!) e eles se sentem grandes. Claro que a gente continua achando que são bebês, mas eles se acham adultos.

    Prova disso é minha Maitê, que acaba de fazer 3 anos. Não 3 aninhos, por favor. Nem brincando digam isso perto dela. São 3 ANOS, fique claro. Com ela não tem essa coisa de bebezinho. Aliás, também acaba de decidir que não quer ser mais chamada pelo apelido que ela própria inventou quando começou a falar: Tetê. Não senhores: agora é MAITÊ, com todas as

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  • Volta às aulas pode ser muito estimulante (Foto: GettyImages)

    Eba! As férias acabaram! A partir de agora o despertador toca as 5h50. As seis as meninas têm que estar trocadas. As 6h10 têm que ter escovado os dentes e penteado o cabelo. As 6h20 têm que tomar café da manhã. As 6h30 têm que estar nas cadeirinhas, a caminho da escola. A maratona matinal voltou. E ainda tem a hora da lição, a tarde. Mas eu não me queixo. E as minhas filhas muito menos, por incrível que pareça!

    A primeira semana costuma ser a mais difícil, confesso, mas, aos poucos, tudo entra nos eixos. Elas reclamam de acordar e dormir cedo, mas amam reencontrar os amigos antigos, fazer outros. Aprender coisas novas. Fazer descobertas. A magia da educação vai acontecendo e elas vão se apaixonando por essa rotina tão própria, tão interessante, tão delas. Eu fico só de fora, olhando, participando como dá, me orgulhando por ver o quanto estão crescendo física e emocionalmente e o quanto estão aprendendo. Fico feliz quando alguma delas chega em casa e compartilha um caso que aconteceu

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  • Crianças aprendem rápido a importância de economizar água (Foto: GettyImages)

    Como mãe de família e moradora de São Paulo confesso estar apavorada com as últimas notícias: “Se não chover e obras atrasarem, SP pode ter 5 dias sem água por semana”, “Se não chover a água de São Paulo vai acabar em 130 dias”, “Rodízio de água em São Paulo seria drástico, diz diretor da Sabesp”, entre outras. Como vai ser daqui pra frente? Como se vive sem água? O que vai ser da gente?

    Antes de me aterrorizar com essas questões, já acompanhava minha filha Nina, do alto de seus 4 anos, “pegando no pé” dos avós, da funcionária da academia, da dona do salão de beleza para que todo mundo fechasse as torneiras na hora de escovar os dentes, para que tomassem banhos curtos, para que economizassem água, enfim. Ela aprendeu, com 3 anos, na escola, que “água do planeta estava acabando”. Desde então não pode ver um gotinha caindo sem motivo que já diz: “por isso que vai acabar a água do planeta”. Essa consciência toda, nessa idade, me impressiona.

    Digo isso porque dias desses flagrei a

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(450 artigos)

Patricia Maldonado

Patrícia Maldonado, 39 anos, é mãe de Nina e Maitê, além de esposa, filha, dona de casa e apresentadora de TV (atualmente ela está na Band). Ufa! Apesar de parecer que a vida dela é um caos, dá tudo certo no fim! No blog Mãe de Salto Alto, Patrícia escreve sobre os desafios da maternidade, repercute notícias sobre o tema e fala de suas experiências como mãe. O objetivo é trocar ideias! Um bate-papo virtual.

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