Posts do blog de Arthur Henrique Chioramital

  • Errar é humano, então relaxa e…

    Errar é humano, então relaxa e...A semana começou difícil. Não sei se pela preguiça habitual da segunda-feira, por causa do cansaço pelos quase dois anos trabalhando sem férias ou por simples distração, eu cometi a maior quantidade de erros de erros durante uma jornada de trabalho já registrada na história da humanidade. Fiquei arrasado. Sério. Não era nem hora do almoço e eu já estava me sentindo o coco da mosca do cavalo do bandido, uma sensação que me acompanhou o dia todo.

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    Errar é humano, então relaxa e...A noite rolou um happy hour com o pessoal da firma para comemorar o aniversário de uma colega. Percebendo que eu estava meio para baixo, o povo perguntou o que estava rolando. Contei o que tinha acontecido. Na tentativa de melhorar o meu astral, cada um dos presentes nos presenteou com um episódio em que pisou feio na bola no trabalho, muitos deles bem pior do que os meus, e que
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  • Terminar um relacionamento dói. Sempre!

    Dando continuidade à série “Conselhos que as pessoas pedem ao Amigo Gay”, uma amiga me ligou no final de semana toda triste por causa do fim do namoro. O mais curioso é que a história entre ela e o bofe andava mal das pernas faz tempo. Toda vez que falávamos do relacionamento dela, choviam reclamações sobre o desempenho do rapaz. A moça sempre se questionava sobre a validade de insistir na relação e na maioria das vezes ela chegava a conclusão que a melhor coisa a fazer seria partir para outra. Ainda assim, quando o lance efetivamente acabou, ela se viu sem chão, desolada pela perspectiva da vida longe do namorado.

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    É preciso dizer adeus

    Fim de namoro nunca é fácil. Por mais que a história esteja desgastada e boa parte do carinho inicial tenha se transformado em mágoa, preguiça ou irritação, sempre sobra algum afeto. Sempre sobram as fotos tiradas junto, as viagens, as risadas,

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  • Faça amor, não faça joguinhos

    Essa história de escrever para uma coluna de conselhos muda a forma como as pessoas veem a gente. Mesmo aquelas pessoas que já estavam na minha vida muito antes de eu me tornar o Amigo Gay. Vira e mexe as pessoas brincam com esse personagem, uma mistura de terapeuta, ombro amigo e confidente, e me contam seus problemas pedindo orientações sobre como agir nas mais variadas situações. Não nego ajuda, só deixo claro que não passo de um sujeito que adora meter o bedelho na vida dos outros.

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    O último episódio dessa história aconteceu semana passada. Uma amiga me procurou para contar que estava completamente caída por um cara. Entre planos mirabolantes para chamar a atenção do sujeito e dúvidas se ele também estava a fim dela, o que me chamou mais atenção foi a preocupação dela de estar muito envolvida, dedicando muito tempo e energia a uma história que nem existia. Olhando em volta, e

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  • Vocês saíram, o sexo foi incrível... E ele sumiu! E agora?

    Atire a primeira pedra quem nunca passou por isso. Você conhece o cara. Rola um clima bacana entre os dois. Vocês saem uma ou duas vezes para tomar alguma coisa e pegar um cinema. As coisas esquentam, mas você segura a onda, afinal, ele é só um peguete. Alguns encontros mais tarde o nível de fofura entre vocês é tão grande que não há razão para temer que o sujeito suma no ar depois do sexo.

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    É preciso dizer adeus

    Aí vocês transam. Como a noite foi boa, você espera que as coisas continuem. No entanto, misteriosamente, a rotina do gato fica caótica em função do trabalho, da faculdade ou de mil demandas familiares. Ele não consegue mais responder suas ligações ou mensagens. Marcar alguma coisa naqueles dias é algo inimaginável. Mas ele promete te ligar quando tudo ficar mais sossegado. Só que a ligação nunca acontece. É, minha cara, você levou um perdido.

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  • Fazer sexo no primeiro encontro não prejudica o namoro, diz estudo

    Gente, essa história de que fazer sexo no primeiro encontro diminui as chances de o encontro virar um namoro é a maior bobagem. Quem está dizendo isso não sou eu, é o pesquisador Anthony Paik, da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos. Paik conversou com 642 adultos sobre a qualidade dos relacionamentos deles. Os entrevistados responderam perguntas como “Quanto você ama seu parceiro?”, “Qual o futuro do relacionamento?” e “Como sua vida seria se o namoro terminasse”. Os resultados foram categóricos: não há evidências de que o namoro seja pior porque começou com sexo.

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    O estudo comprova uma bola que eu já venho cantando faz tempo: o que importa é como as pessoas encaram os relacionamentos e não por quantos encontros você consegue enrolar o cara antes de transar com ele. Eu explico. Se o sujeito está a fim de namorar, tanto faz se

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  • O amor cura tudo

    Eu discordo de quem diz que o tempo cura todas as feridas. O tempo não cura nada. O tempo ensina apenas a administrar certas questões internas, nos concede algumas respostas, nos ajuda a varrer certas sujeiras para debaixo do tapete em um canto escuro no sótão das nossas mentes. Quem cura mesmo as feridas é o amor.

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    Amar cura feridas. Conhecer gente nova cura feridas. Cervejinha em tarde de domingo cura feridas. Pizzada com amigos cura feridas. Caminhar de mãos dadas cura feridas. Beijo na boca cura feridas. Dormir abraçado cura feridas.

    A vida oferece nos oferece provas constantes de que ainda existe milhares de coisas bacanas para viver. E não me refiro a nada incrível ou grandioso. Estou falando das alegrias comuns, aquelas minúsculas e frágeis que só fazem sentido para quem fez parte das histórias. Tirar milhares de fotos engraçadas com a

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  • Pitty defende Anitta nas redes sociais: 'Nosso corpo é nosso'

    Alguns dias atrás, a cantora Pitty virou notícia na internet ao defender em seu blog a funkeira Anitta. A mensagem de apoio foi uma resposta às diversas mensagens que a roqueira recebeu de fãs indignados com o fato de a intérprete de “Show Das Poderosas” estar fazendo cover das canções “Máscara” e “Na Sua Estante” em alguns shows. Segundo Pitty, o que a deixou intrigada-barra-preocupada é que o conteúdo de muitos comentários tinham mensagens como “credo, essa menina cantando sua música, ela fica aí mostrando o corpo, sendo vulgar”. Ou seja, o que incomodava as pessoas não tinha nada a ver com estilo, mérito musical ou a qualidade das apresentações, mas sim com o fato de Anitta ser uma artista sensual. CE JURA?

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    Fiquei bem feliz com a postura que a Pitty assumiu com relação ao episódio. Primeiro porque acaba com aquele recalque folclórico

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  • Norte-americano sente a patrulha masculina sobre o corpo das mulheres

    O norte-americano Yousef Saleh Erakat resolveu experimentar um pedacinho dos perrengues pelos quais uma mulher tem que passar todos os dias ao usar uma roupa mais curta ou apertada. Depois de ouvir as reclamações de uma amiga sobre como era difícil ser uma garota, entre outras coisas, pela forma como as pessoas ficavam secando o corpo dela dependendo da roupa que ela estava usando, Erakat vestiu uma calça legging e foi para o estacionamento de um supermercado. Com parte do corpo “escondida” dentro do porta-malas do carro, ele se tronou alvo de olhares e comentários das pessoas que passavam pelo lugar. Assista ao vídeo:


    No fim das contas, a forma como Erakat conduz a situação transforma tudo em uma grande brincadeira. Ainda assim, é impossível que as pessoas realmente encaram de forma meio invasiva e fazem comentários sobre a bunda do moço enfiada nas calças justíssimas. Confrontadas sobre a forma como agiram, a maioria se justificou dizendo pensar se tratar de uma garota. Como se o fatoSaiba mais »de Norte-americano sente a patrulha masculina sobre o corpo das mulheres
  • Menino de oito anos de idade morre após ser espancado por pai homofóbico

    O Brasil está de luto esta semana. O Brasil chora, perplexo, pela morte cruel do pequeno Alex, um garoto de apenas oito anos que foi espancado repetidamente pelo pai para aprender a “andar como homem”. As surras foram tão severas e constantes que acabaram por romper o fígado do menino, que morreu em decorrência da hemorragia interna causada pelos ferimentos. O episódio foi um duro golpe para aqueles que defendem castigos físicos e acham que a homossexualidade é um desvio de comportamento e, sendo assim, pode ser corrigido desde que os pais adotem medidas duras para colocar o filho na linha.

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    Não são raros os casos de religiosos e figuras públicas controversas que defendem castigos ou todo tipo de esforço para “curar” a homossexualidade. Quando acusadas de estimular o ódio e a segregação, essas pessoas afirmam que estão apenas fazendo uso de seu direito à

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  • Dividir a conta do motel: se o prazer é dos dois, porque os gastos seriam de um só?

    Mulher moderna paga a conta, sim! (Foto: iStock)

    Então você está lá, curtindo aquela sensação de relaxamento e tranquilidade que a gente sente depois de uma sessão bacana de sexo. Você toma um banho gostoso e se arruma meio chateada porque o período do motel está quase acabando e você e o gatinho vão ter que voltar para o mundo real. Na saída do estabelecimento, uma surpresa: o sujeito vira para você e pergunta se você pagar a sua parte com cartão ou dinheiro. Como você reage? A)Paga numa boa; B) Paga, mas deixa claro que não curtiu a ideia; C) Ri da cara dele e se faz de loca, afinal, ele só pode estar brincando se acha que você vai pagar o motel; D)Paga, mas nunca mais olha na cara do sujeito. Sinto informar, minha cara, mas se você escolheu qualquer alternativa que não a letra A você sofre de um caso incontestável de machismo internalizado.

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    Não existem respostas certas quando o assunto é a forma como nos relacionamos com as pessoas.

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