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ATIVIDADES DE AMIGOS

    Mãe de Salto Alto
    • Dia das mães

      Desde que comecei a escrever esse blog, meus textos são dedicados as mães. Claro que adoro quando os papais lêem os posts, comentam, mas meu alvo são as mamães. Mamães como eu e como você: mulheres que tem duzentas tarefas e responsabilidades no dia, que fazem vários papéis (mãe, mulher, esposa, profissional, filha, neta) mas que dão conta do recado sabe Deus como! E que criam filhos maravilhosos!

      Hoje, mais do que nunca, meu post é dedicado a essas mulheres! Mulheres trabalhadoras, que vão para o ponto de ônibus quando ainda está escuro. Que voltam pra casa quando já está escuro de novo. E que mesmo assim tem pique pra deixar o almoço e o jantar prontos antes de sair, de limpar a casa e de dar carinho pros filhos.

      Mulheres determinadas, que não perdem a esperança, que deixam a vida de lado, abandonam trabalho e são abandonadas pelos maridos muitas vezes,  para acompanhar seus filhos nos hospitais e UTIs pelo Brasil (algumas passam anos nessa situação).

      Mulheres corajosas, que dedicam

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    • As primeiras palavrinhas

      Minha filha Nina, de um ano e dez meses, me acordou esses dias dizendo: "mamãe, eu te amo!". Claro que ela foi incentivada por um pai amoroso porque, se dependesse dela, talvez dissesse "acorda mamãe", simplesmente, como tem feito há umas semanas!

      O fato é que meu "bebê" começou a falar. De uma hora pra outra. E não parou mais! As palavras surgem, as frases são formadas e nós morremos de rir cada vez que ela abre a boquinha! A escola ajudou bastante nesse processo: o vocabulário cresceu muito desde que as aulas começaram! Mas acho que o estímulo de casa é super importante também e, por isso, esse post hoje.

      Desde que a Nina nasceu enchemos o quarto dela de livrinhos. Até dentro do box do chuveiro tem um, de plástico, claro! Mas o fato é que nós lemos muito pra ela.

      Antes de dormir, entre uma brincadeira ou outra, enquanto ela toma mamadeira e está relaxando um pouquinho. Assim, acredito eu, ajudamos na construção do vocabulário e da imaginação dela! De vez em quando ela arrisca contar

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    • Internet: amiga ou inimiga?

      Meu foco essa semana são as crianças e os adolescentes. Estou chocada com a quantidade de crimes envolvendo pessoas que tinham a vida inteira pela frente e que acabam morrendo por descuido, por besteira. Dessa vez meu alvo é a internet.

      Sei que é difícil controlar: hoje em dia tem as redes sociais, as salas de bate-papo, os mensageiros e muitas outras ferramentas que eu nem conheço. Mas quem disse que ter filho é fácil? Quem quer coisa fácil pode procurar outra atividade. Ter filho é complicado, exige muita dedicação.

      Por diversas vezes noticiei casos de crianças assediadas por pedófilos, adolescentes que namoram pela internet e que acabam se envolvendo com criminosos, entre outras barbaridades.

      Claro que a internet pode ser maravilhosa: a pessoa tem acesso ao mundo sentada no sofá de casa. Ela serve pra muita coisa boa, ajuda no dia a dia, mas... e a parte ruim?

      O que tem na cabeça os pais e mães que permitem que os filhos acessem o site que quiserem, batam papo com quem entendam ser

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    • Bullying é crime?

      Oi gente! Se vocês são como eu, lêem jornais todos os dias, devem estar cansados de ler sempre as mesmas notícias e não ver solução pra quase nada...pois é assim quando assunto é bullying.

      Todos os dias crianças e adolescentes são agredidas verbal e fisicamente nas escolas e nada acontece. Ninguém é punido, as escolas se defendem dizendo, muitas vezes, que as agressões aconteceram do lado de fora do portão, e a maioria dos pais não se responsabiliza pelos filhos violentos.

      Tudo isso é muito triste quando a criança fica com vergonha de ir a escola, quando vira piada entre os amigos mas, quando a vítima vai parar no hospital não é mais triste, é revoltante!

      Foi isso que aconteceu há umas duas semanas em Campinas, interior de São Paulo. Um caso grave de violência escolar. Um menino de 12 anos foi espancado por um grupo de colegas e foi internado na UTI de um hospital. Ficou lá 13 dias e saiu do hospital traumatizado.

      A direção da escola se defendeu dizendo que a briga, entre os mais de

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    • Qual a idade certa para namorar?

      Oi queridos e queridas! Semana passada mostrei no jornal que eu apresento na Band (Primeiro Jornal, ao vivo, as 6h45) uma reportagem que queria discutir com vocês. Era sobre uma menina que namorava há três anos e que foi mantida refém e violentada pelo próprio namorado quando disse que queria terminar o relacionamento. O que me chamou a atenção na reportagem, além do fato em si, é que a menina tinha 18 anos, ou seja, namorava desde os 15, e esse não era seu primeiro namorado.

      A ocorrência me fez lembrar uma outra de bastante repercussão: o caso Eloá. Em 13 de outubro de 2008, Lindemberg Fernandes Alves, então com 22 anos, ex-namorado de Eloá (que na época tinha 15 anos) invadiu a casa onde ela e colegas realizavam trabalhos escolares e fez a ex-namorada e uma amiga dela reféns. O cárcere durou mais de cem horas e o saldo foi a morte de Eloá, baleada na cabeça e na virilha. A amiga dela, Nayara Silva, também levou um tiro no rosto, mas sobreviveu. O criminoso foi condenado a 98 anos e

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    • Que medo!

      Há semanas minha filha Nina acorda, no meio da noite, com medo sei lá do quê...já imaginei que fosse medo do escuro e providenciei um abajur (não resolveu). Já imaginei que fosse medo de ficar sozinha no quarto e fiquei junto até ela relaxar (e ela não relaxou). Já imaginei que fossem pesadelos e tentei conversar com ela pra distraí-la (e não adiantou nada).

      Leia também:
      Esporte é exemplo para as crianças
      Pediatra: a escolha!

      Enfim, decidi conversar com especialistas e descobri que é assim mesmo! Por volta dos dois anos de idade (a Nina tem um ano e nove meses) as crianças começam a sentir os primeiros medos e os pesadelos começam a aparecer.

      E como é difícil entender o que está rolando...minha filha, por exemplo, acorda chorando muito, às vezes, meia hora sem parar!! Faço de tudo: pego no colo, deito na cama com ela, conto histórias, canto uma música... mas nada parece ajudar! O choro só para quando ela se cansa!

      Pra ajudar a criança nessa tarefa, os especialistas dizem que o mais

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    • Esporte é exemplo para crianças

      Oi gente! Li uma matéria que me deixou assustada: a obesidade infantil aumentou cinco vezes nos últimos 20 anos no Brasil!  O  que significa isso, entre outras coisas? Significa que os casos de diabetes e problemas cardiovasculares entre adultos vai aumentar, assim como os níveis de colesterol e triglicérides.

      De acordo com o médico-nutricionista Fábio Ancona Lopez, vice-presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo, a obesidade infantil já atinge cerca de 10% das crianças brasileiras.

      Os números são muito altos. Impressionam. E, o pior, na minha opinião: a culpa, na maioria das vezes, é dos pais. Claro que é uma delícia deixar nossos filhos comerem o que quiserem: sorvetes, sanduíches, doces. Mas e os limites?

      É difícil ser chato. É ruim ter que dizer não. Pior ainda ter que sugerir uma salada de tomate no lugar do salgadinho, uma maçã no lugar do sorvete de chocolate. A criança acha que a gente pirou! Claro que, de vez em quando, especialmente nos finais de semana, dá pra liberar

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    • Pediatra: a escolha!

      Oi queridonas! Essa semana, enquanto eu escrevia o texto sobre a dica da Dra. Luciana Issa para a papinha dos bebês, lembrei de um tema interessante pra conversarmos aqui: a escolha do pediatra!

      Como definir quem vai cuidar do seu bebê? Homem ou mulher? Velho ou novo? Será que é legal pegar indicação de alguém? O que levar em consideração nesse momento?

      Bom, mais uma vez vou dividir com vocês a MINHA experiência. Talvez não seja o jeito certo, talvez você tenha uma ideia melhor. Mas é a MINHA experiência.
      Umas semanas antes da Nina nascer, comecei a me preocupar com isso. Conversei com amigas que já tinham filhos e peguei algumas indicações. Já sabia que queria uma médica mulher. Resolvi então ir conhecer uma senhora, já avó, que atendia o filho de uma amiga e que ela, minha amiga,  amava.

      De cara me encantei com o jeito calmo de quem tem muuuuita experiência. Gostei também do papo, da localização do consultório (perto de casa) e resolvi: seria ela a médica da Nina. E foi mesmo durante

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    • Estou enlouquecida com minhas duas “bebês”. Quem tem dois/duas com a diferença de idade das minhas sabe do que eu estou falando (um ano e nove meses e um mês e meio). Afff! É uma função 24h por dia. Mas é super prazeroso!

      Leia também:
      Doar é muito legal
      Diário do bebê


      Enfim, vamos ao assunto desse post de uma vez? Quero falar com vocês sobre papinha. A Maitê ainda não come nada que não seja leite e a Nina já passou da fase da papinha faz tempo, mas achei uma receita bacanérrima no blog da pediatra das minhas meninas (um blog fofo que merece a visita de vocês) e resolvi dividir com vocês que tem filhos nessa fase (6/7 meses).

      Fora que, se a receita é recomendada por uma médica como a Dra. Lú, pode ter certeza que é coisa boa! Anotem e depois me contem o que acharam.

      Frango com batata doce e maçã (6-7 meses)

      Ingredientes:
      - 1 colher de manteiga sem sal
      - 1/4 de xícara de cebola picada
      - 120 gr de peito de frango picado (sem pele ou osso)
      - 1 batata doce grande, descascada e picada
      - ½ maçã, Saiba mais »
    • Oi gente! Bom, quem me conhece sabe que eu sou o tipo de pessoa que fez aquele RG dizendo: “sou doadora de órgãos e tecidos” (nem sei se fazem isso ainda). Sou o tipo de pessoa que já conversou sobre isso com a família, já fez todos se comprometerem com esse desejo.

      Leia também:
      Diário do bebê
      As crianças entre os animais


      Sou o tipo de pessoa que acredita que não precisa ser enterrada com córneas se não vai precisar delas mais para enxergar, que acha uma besteira ir para o caixão com o coração se alguém puder viver com ele batendo no peito. Enfim, nada contra quem não gosta nem de pensar nesses assuntos. Mas eu sou assim.

      Por ser assim, me interesso por qualquer coisa também que eu tenha em vida e que possa ajudar o próximo. É assim com meu sangue (sou doadora de verdade, daquelas que o pessoal do banco de sangue liga em casa chamando), foi assim com as células-tronco do cordão umbilical das minhas duas filhas, que foram para o banco público.

      Pouca gente sabe, mas o sangue que circula

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