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ATIVIDADES DE AMIGOS

    Amor e outras coisas
    • "Bom dia. Me chamo Sérgio e leio com frequência essa coluna. Escrevo para deixar a minha história. Espero que sirva de lição para outros casais.

      Eu e a Rosa somos casados há 12 anos. Sempre fomos companheiros, amigos: eternos namorados. Mas, nem tudo sempre foi assim.

      No começo, éramos apaixonados. Não nos desgrudávamos. Era um ao lado do outro, todo o tempo. Todo o momento. Então, como não conseguíamos nos desligar, decidimos, de vez, assumir a relação e morar juntos. Desde o início, sabíamos que seria assim. Parece, até, que estava escrito.

      Passados três anos, tivemos um filho, o Jonas, que hoje está com 9 anos.

      Ao longo desses doze anos, tivemos duas crises terríveis. A primeira, quando a paixão se foi. E a segunda por um deslize meu, que culminou com traição.

      A transformação da paixão, no entanto, parece-me que foi o golpe mais duro. De repente, não precisávamos mais permanecer grudados, ao contrário, precisávamos de espaço. Queríamos nossa independência, nossos sonhos.

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    • Tem muita gente tentando entender o que vai na cabeça do outro. Então, para estes de antemão respondo — impossível saber.

      Podemos experimentar perguntar, analisar atitude e discurso, ficar atentos, presentes, prestar atenção, agora, saber mesmo, só se o outro quiser comentar.

      E, por que tem que ser assim?

      Somos humanos e como tal, imperfeitos. Erramos, por vezes mentimos, omitimos, usamos máscaras, fazemo-nos de felizes, compreensivos, manipulamos.

      Nem sempre isso é proposital. Por vezes, é mesmo uma fuga. A forma como encontramos para nos defender.

      E a única forma de não cair na armadilha da ilusão e do medo é abrindo o diálogo. Um diálogo aberto, franco, honesto, um diálogo de dois que deixam de lado a vaidade, o ego, a mentira.

      Toda relação só pode ser revista, ou melhor, revisitada a partir do diálogo, da compreensão de um e outro.

      Até porque é a partir daqui que a relação cresce.

      Não dá para sair por aí almejando crescer, amadurecer etc, etc, se não soubermos para qual direção, qual

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    • Tem muita gente tentando entender o que vai na cabeça do outro. Então, para estes de antemão respondo — impossível saber.

      Podemos experimentar perguntar, analisar atitude e discurso, ficar atentos, presentes, prestar atenção, agora, saber mesmo, só se o outro quiser comentar.

      E, por que tem que ser assim?

      Somos humanos e como tal, imperfeitos. Erramos, por vezes mentimos, omitimos, usamos máscaras, fazemo-nos de felizes, compreensivos, manipulamos.

      Nem sempre isso é proposital. Por vezes, é mesmo uma fuga. A forma como encontramos para nos defender.

      E a única forma de não cair na armadilha da ilusão e do medo é abrindo o diálogo. Um diálogo aberto, franco, honesto, um diálogo de dois que deixam de lado a vaidade, o ego, a mentira.

      Toda relação só pode ser revista, ou melhor, revisitada a partir do diálogo, da compreensão de um e outro.

      Até porque é a partir daqui que a relação cresce.

      Não dá para sair por aí almejando crescer, amadurecer etc, etc, se não soubermos para qual direção,

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    • Qual o seu talento?

      Então, levando em conta que, para 50% das mulheres, o maior motivo de angústia é a cobrança própria, fica aqui o convite para a semana.

      Que tal refletir sobre seus talentos? Seu valor? Que tal rever seus conceitos?

      E se, ao invés de sofrermos por antecedência, preocuparmos-nos em demasia com o futuro e, nesse caso, nos cobrarmos demais, aprendêssemos a lidar com nossos defeitos e imperfeições?

      Por que não?

      Somos todos humanos e como tal imperfeitos. Logo, todos temos lá nosso leque de qualidades, talentos e também defeitos e falhas.

      E o quanto antes soubermos enumerar no que somos realmente bons e no que nem tanto assim, antes poderemos preparar uma estratégia para sair desse impasse.

      Até por que, não podemos controlar o futuro, certo?

      Logo, a saída está em diagnosticar, fazer uma autoanálise e, então, trabalhar num planejamento de médio e longo prazo para alcançar o que queremos.

      Nesse meio tempo, importante ressaltar, desfrute a vida. Desfrute cada momento, comemore cada vitória.

      "…

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    • Depoimentos como o da Suzana que, você leitor,  lê a seguir são frequentas aqui no AMOR E OUTRAS COISAS. Infelizmente, há muitos e muitos homens e mulheres vivendo essa experiência doentia de amor. Não um amor saudável, mas um amor distorcido, doído, complicado.

      E, como no caso dela, chega de mansinho. Às vezes, não nos damos conta que estamos perdendo nossa identidade, perdendo a razão, perdendo nossa vida. Não nos damos conta que estamos nos deixando machucar por uma relação sem pé nem cabeça. Por um outro que é egoísta e manipulador.

      E por que é tão difícil sair?

      Em geral, a base do relacionamento está ligada à distorção do amor. Ficamos, então, cegos e surdos. Passamos a nos doar demais, controlar demais, anular demais, depender demais. E, quando acordamos em meio ao pesadelo, tarde demais. Não temos forças, não temos condições de sair de uma relação que ajudamos a construir e que nos mata aos poucos.

      Tudo é exagerado, tudo é destrutivo. E, para aqueles que comentam aqui no blog,

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    • Pois, então, uma empresa inglesa, desenvolveu uma pesquisa sobre o tema e os resultados, você confere a seguir. 86% das mulheres querem um homem sensível e 64% afirmam que querem que este diga "eu te amo" somente quando, realmente, estiver certo disso.

      Moreno, 1.80 de altura, bom rendimento anual. Mestrado ou doutorado, que seja divertido e que saiba conversar. Ele deve ser romântico, dependente e saber cozinhar.

      Nessa e em outras pesquisas, fica claro que, para os homens, a preocupação é outra. Eles preferem mulheres com curvas bem desenhadas e morenas. 75% deles acreditam que um sorriso transforma uma mulher em uma fêmea sedutora e que uma boa cozinheira sai à frente, quando comparadas a outras mulheres que detestam o fogão.  A pesquisa revela um ponto, ainda, discutível, o homem se preocupa mais com o histórico sexual da parceira que o inverso.

      Bem, depois disso tudo, fica o convite à reflexão. E para você? Qual o homem ou mulher ideal?

      Você sabia que é melhor ter isso claro na

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    • "Boa tarde Sandra. Será que você pode me dar uma dica? Quero mudar, mas, não sei por onde começar. Minha namorada diz que eu não tenho postura, que não sei me comportar, que não sei falar. Ela afirma que sou bobo, que todos me fazem de "otário". Que preciso rever minha vida ou que vamos terminar. Já tentei de tudo e minha imagem continua péssima. O que eu faço, por onde começo?"

      Carlos querido, meu convite a você é, por um momento, tente ver-se sozinho. Tente lembrar-se do que gostava de fazer, antes da namorada. Como você era antes dessa relação? Qual o seu sonho? Seus projetos de vida? O que a fez se encantar por você?! O que ela enxergava em você antes que não enxerga mais?

      Pode ser que essa forma "honesta demasiada" que sua namorada usa, não só não o ajude a ser melhor e a encontrar um caminho, como do contrário, com essa atitude, ela está acabando com sua autoestima e, isso, impacta a relação.

      Meu convite a você é, por isso, redescobrir-se. Encontrar valor no que você faz e como

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    • O que leva uma jovem a se envolver com um homem, 20, 30 anos mais velho?

      Estabilidade financeira, experiência, segurança, amor? O quê?

      Será que uma jovem pode mesmo se apaixonar por um homem que, digamos, poderia ser seu pai?

      As pesquisas conseguem explicar por que homens mais velhos se envolvem com mulheres bem mais jovens: é a questão de biologia. Dizem que eles querem preservar a espécie e valorizam a aptidão reprodutiva. Talvez seja esse o fenômeno dos 'pais-avôs'.

      Em pesquisa publicada na revista científica Biology Letters, o que se descobriu foi que, quando se separam, os homens tendem a buscar mulheres mais jovens. Já as mulheres... Bem, as mulheres tendem a buscar homens mais jovens que seus ex-maridos mas, ainda assim, mais velhos do que elas.

      No Brasil, a taxa de casamento para pessoas de 60 anos ou mais é maior entre os homens: 3,4%, contra 0,9% das mulheres.

      Estatísticas à parte, essa é uma realidade cada vez mais presente no nosso dia a dia e retratada no cinema,

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    • "Estou finalmente apaixonada! Conheci o homem da minha vida em um jantar na casa de uma amiga. Escrevo só para dizer que o amor existe e pode estar ao nosso lado."

      Obrigada por sua carta, Fátima! Você tem razão. O amor existe para todos os que estiverem abertos para tal. Adorei  a iniciativa da sua amiga de organizar um jantar para, de forma discreta, te apresentar um amigo — que segundo ela era sua cara. De fato, esse tipo de encontro ainda acontece. É mesmo como as antigas "casamenteiras" agiam.

      Será que isso está fora de moda? Por que não organizar eventos no qual  cada um leva um amigo do sexo oposto, num modelo de bate-papo, amizade, descontração? Além de ser leve, pode dar certo. Por que não?

      Você vê e conversa com o outro ao vivo e em cores e fica livre para o sim ou o não.

      Talvez os encontros às escuras organizados por amigos não sejam assim uma ideia tão descartável.

      Se você está sozinho(a), por que não se dar a chance de conhecer alguém legal?

      Por vezes, aquele nosso(a)

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    • "Li algumas histórias que você publicou e gostaria de te contar um pouco da minha. Estou casada, tenho 36 anos e meu casamento está em crise. Eu sou viciada no trabalho, ele na internet.

      Com esse distanciamento, veio a traição. Ele se envolveu com uma pessoa do nosso círculo de amizades. Decidi pelo divórcio imediatamente após a descoberta. Ele, no entanto, não aceita e decidimos retomar. Mas não confio nele. Fico louca cada vez que ele abre o computador ou chega mais tarde ou faz qualquer coisa. Acho que estou ficando doente. O que fazer?"

      Olá, Márcia! Primeiro, você não está ficando neurótica. Quando sofremos um trauma e uma exposição como a que sofreu, temos mesmo alguns caminhos possíveis. A separação ou a segunda chance.

      O que não nos damos conta é o custo que isso tudo tem. Uma segunda chance pode custar muito alto. No seu caso, está custando a sua autoestima. Não que a relação não valha a pena. Não é isso. Mas o que você precisa entender é que, mais do que tentar controlar o

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